
quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011
Primeiro me fode, depois falamos
Dando uma, ora!
Depois de um tempo fora do circuito, cá estamos nós, tentando reacender esta nossa cama grupal. Afinal, o Arte da Liberdade também passa por momentos “agora não, estou com dor de cabeça”, mas como as suas mais do que fiéis seguidoras, não dispensa uma sacanagem.
Voltando, portanto, ao tema de início da conversa, tenho visto por aí muitas matérias de como reaquecer a chama, como melhorar a foda, como deixá-l@ louco de tesão e mais não-sei-quantas coisas do género. Vamos por partes (como toda boa foda pressupõe):
- Se a TUA chama mais parece um iceberg, não vale a pena inventar milagres.
- Se você NÃO está dispost@ a mudanças, cedências e novas experiências, esqueça a possibilidade de descobrir novas sensações.
- Se o TEU tesão mais parece um “t” minúsculo escrito por um gatinho, não é possível ter um leão para cavalgar nas pradarias.
E se o intuito é reaquecer a foda, o melhor mesmo é começarmos sozinhos: um banho, um perfume, uma lingerie onde nos sintamos poderos@s, muitos pensamentos delirantes e algumas brincadeiras com mãos, dedos e pensamentos. Só algumas! Não queremos acabar com a festa antes dela começar…
O jogo de “aquece e deixa esfriar” é capaz de elevar as temperaturas ao extremo, desde que saibamos nos manter interessados. Na hora de envolver o outro na receita, já ultrapassamos a vontade de qualquer preliminar adicional e corre nas veias um “primeiro me fode, depois falamos” que não dá espaço para baixas temperaturas.
O que este jogo quer é muito FOGO. A única forma de diminuir a chama é com muito suor. E não se admirem se as brasas finais incendiarem novamente…
Fica a dica. Não me responsabilizo pelos deliciosos resultados. ;)
Bem-vindos de volta ao Arte da Liberdade!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Explosão

- Coração acelerado;
- Respiração ofegante;
- Gritos engasgados que às vezes escapam;
- Vontade de pular no corpo do outro numa briga atroz.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O poder da espera

Esperar pode ser chato, entediante, enervante e mais um monte de coisas que nos desgastam e fazem pirar. Mas no que diz respeito à foda a espera pode ser poderosa, no sentido de potencializar desejos e fazer do seu fim o início de uma luta corpórea cheia de ondas turbulentas, espasmos violentos e orgasmos astronômicos.
Existem muitas formas de espera.
Há a espera pela foda que nunca foi e que pode nunca vir a ser. É aquela que acompanha o interesse, as discretas trocas de olhar, o toque quase sem intenção num encontro casual a meio do corredor do escritório. E embora muitas vezes não exista a real intenção de fazer acontecer, esta espera alimenta a auto-estima, despoleta o desejo e faz ferver a libido. É uma espera que tem fim, seja porque os corpos decidiram, finalmente, fundir ou porque o jogo perdeu a graça, deixando um saldo positivo de arrepios e quentes palavras trocadas.
Há a espera pela foda que foi e que um dia pode voltar a ser. Imagina que depois do desejo veio a foda, A-Q-U-E-L-A foda com direito a cambalhotas, puxões no cabelo e entradas desesperadas como se o mundo acabasse quando o último orgasmo fosse libertado e os corpos cansados tombassem… O dia amanhece, volta-se à realidade do dia-a-dia e para além do desejo, ficaram as lembranças. Começa então a espera do que pode ser repetido, do que ficou por provar, dos limites a ultrapassar numa imaginária próxima vez. Esta é a espera das cantadas, da insinuação, dos toques propositados. É a espera do melhor momento para montar a armadilha onde caiam juntos a caça e o caçador.
Há a espera do que é sempre e que está a faltar. De repente, a libido de todos os dias tem que ser contida numa espera obrigatória. Como numa montanha-russa o desejo cresce, enlouquece, chega a um ápice de desespero que faz pensar que será impossível esperar mais. O corpo pede, a mente pede, a mão desliza procurando um conforto que parece nunca mais vir. A espera continua alucinada. Tudo ao redor inspira desejo… E então, começa a descida, o looping da contagem regressiva, e o que era louca tensão passa a ser paciente espera. A pressa dá lugar à paciência e o desejo de foder com o mundo cede espaço à fantasia de matar a saudade de cada centímetro de prazer conhecido.
Nem sempre a espera é boa. Mas quando esta espera diz respeito à foda, se soubermos tirar proveito dela ganhamos momentos inesquecíveis de prazer e potencializamos os desejos e fantasias. Esperar é, neste aspecto, um estimulante capaz de fazer voar e alucinar.
Seja de uma hora ou de longos períodos de distância, o importante é tirar proveito da espera, utilizando-a para fazer da foda um momento de redenção e merecida luxúria…
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Sexo no casamento
Minha primuska Natália reclamou porque não tenho dado devida atenção ao blog. Não esqueço daqui, nem tampouco dos nossos seguidores. Apenas minha vida está em transição desde 2009, e agora mais ainda com minha nova situação: Casadíssima!
E aproveitando o ensejo, poderíamos falar um pouco sobre vida íntima de casada!
Meu marido, que também segue nosso blog, fez uma surpresa nas vésperas do nosso matrimônio relatando sobre os últimos momentos de um solteiro. (Adorei! rs.). Agora estou aqui para ratificar o que ele expressou sobre o que esperava de um casamento.
Quantos aos conselhos recebidos, e aproveitando para agradecer pela participação de todos, eu gostaria de responder que não costumo projetar um mundo utópico. Sei que ainda tenho a vida toda pela frente, e é provável que não me agrade em tudo. Já tive desencontros com meu marido, mas nem por isso fiquei com raiva ou me fez diminuir admiração. Isto justamente por ter consciência que cada indivíduo é diferente. E se algo está errado, com o tempo irá se ajustando.
Agora vamos para a melhor parte: A foda! Gente!!! Não sei se é verdadeira a premissa: casou, engordou! Ultimamente tenho que ingerir mais calorias, pelo gasto diário que tenho tido. Entenda DIÁRIO como quiserem! rs.
Realmente quando se casa, o índice de endorfina aumenta. Tenho até como comprovar isto!rs. Mas acho que isto varia de casal para casal. Sei que casados têm mais sexo que solteiros. Óbvio! Estão juntinhos todas noites. E já sabe, cola corpo com corpo, o resto é conseqüência. Como falava antes, não repreendo ninguém que se sinta viciado por isto, por a sensação é viciante.
Claro que já tive dias sem nada, pelo cansaço ou por algum outro motivo externo, mas SEMPRE é recompensado. BOM DEMAIS!!!!! Além do mais, existem presentes que podem aliviar a pressão! Obrigada, Maridão! Acho que com tamanha intensidade, nem me incomodaria com rotina! hahahahaha
E notificando a última frase dele sobre a cama como primeiro objeto comprado do nosso apartamento, saliento: “ainda bem que foi solicitada extensão na garantia da mesma”. Hahaha
Até logo, pessoal!
Beijos felizes!
